Escrito em por & arquivado em Uncategorized.

A Música Resiste A Tudo

 

Texto: Marcelo Oliveira dos Santos

 
O Rádio passou por uma mudança bem radical.

 
Imaginávamos que o rádio superaria varias tendências, isto é, mudanças de ritmos.

 
Lembro-me que no final dos anos 70, até chegarmos nos anos 2000, diziam que iríamos ter um “boom” da música.

 
Mas, o que ouvimos hoje são músicas agressivas e ofensivas, é claro, com suas exceções.

 
E o dial não é mais o mesmo, praticamente todos tocando a mesma coisa.

 
Onde estão os grandes programadores para buscar músicas com um toque a mais, isto é, com estilo e bom gosto?

 

Marcelo Oliveira dos Santos é radialista, sound designer, programador e um apaixonado pela música.

 

 

Escrito em por & arquivado em Uncategorized.

Ondas Sonoras Negrito

Lanço aqui uma pergunta:

Quem inventou a música?

O homem? A natureza?

Isso eu não sei, mas com certeza foi uma das melhores invenções, se não a melhor.

A música comunica, desabafa, alegra, faz pensar, marca, lembra, vende.

Música deveria ser obrigatória em todos os lugares: ponto de ônibus, metrô, estacionamento de shoppings, hospitais, escolas e também em outros ambientes.

Entrar em algum lugar silencioso gera uma impressão de que se está sendo avaliado, se tem alguma outra pessoa desconhecida junto é ainda pior. O silêncio afasta. Se o ambiente está sonorizado, o clima fica leve. Se a música for de qualidade, melhor ainda.

Música é sentir-se bem.

O fato de ser algo livre, de expressão, criação – coletiva ou não, é que me preocupa um pouco. Abrir a boca e deixar as palavras saírem não é música.  Música precisa de harmonia, de coerência, precisa passar uma mensagem.

A edição tem que ser bem feita, os volumes equalizados, a masterização elaborada com cuidado, não é juntar tudo e mixar de qualquer jeito. Cada som tem sua importância, seu motivo de estar ali.

Se for assim, a música contagia. A mensagem é passada e a energia renovada.

 

Maíla Campozana é sound designer, vídeo maker, dubladora, radialista, locutora, programadora e idealizadora de diversas sonoridades corporativas.

 

maila@depiericomunicacao.com.br

 

Escrito em por & arquivado em Notícias.

Autor apresenta que sua saída da favela aumentou suas dificuldades fora do ambiente, mas, com melhores conquistas.

Autor procura patrocinadores para imprimir o livro.

O ex-morador da favela de Heliópolis, zona sul de São Paulo, Marcelo Barbosa, de 30 anos, produziu o livro, “Diário de um ex-favelado” com críticas, reflexão e histórias de vida que apresentam como conseguiu sair do local e conquistar novas e melhores oportunidades. O livro já está corrigido e diagramado e será impresso por uma editora de pequeno porte que cobra cinco reais o exemplar. O autor procura patrocinadores para impulsionar as impressões e a distribuição para o público alvo de crianças e adolescente de abrigos, internos da Fundação Casa e detenções.

O autor iria inscrever a obra na Lei de Incentivo à Cultura, mas, foi informado por um avaliador, que o projeto não passaria pelo conteúdo crítico, por isso, a produção foi feita de forma independente. Segundo o autor Marcelo Barbosa, a falta de evolução em assuntos críticos, dificulta a disseminação da reflexão e do questionamento. “O mundo atual se evoluiu rapidamente na tecnologia e diminuiu na arte de pensar. Falar a verdade hoje em dia é racismo, preconceito e fobia. Quer dizer, não podemos ter opinião embasada, as pessoas não sabem ouvir críticas, conversar diferenças, etc. Dizer que a estrutura urbana das favelas é feia e o que o ambiente não faz parte da sociedade organizada, me traz dificuldades de conquistar patrocínio público”, lamentou o escritor.

O livro nasceu de rascunhos de 28 anos de experiências como morador da favela de Heliópolis, zona sul de São Paulo, e também de contatos com diversas favelas em São Paulo. Marcelo Barbosa relata como superou a cultura da favela, com pessoas que investiram em sua educação cristã e acadêmica. O autor conquistou a formação de técnico em radialismo no setor de locução e sonoplasta, pela Radioficina, graduação em jornalismo na Faculdade de Comunicação, a Fap-SP, e, atualmente faz MBA em Comunicação Empresarial, na mesma instituição. O livro tem comentários dos amigos de Marcelo, o psicólogo, Alexandre Rivero, e, prefácio do professor de história e pastor, Eber Cocareli.

O leitor vai ter a oportunidade de ver uma autobiografia “de um desconhecido”, que é inovadora por falar de derrotas e superação de um morador de favela, com os desafios de conquistar uma vida profissional e um novo ambiente de moradia. A obra dá uma nova visão sobre o que é morar em favela no Brasil, com uma apresentação que desde a história das favelas brasileiras revela um ambiente irregular, sombrio e corrupto. O livro mostra como a vida em comunidade de Marcelo Barbosa, na Igreja Presbiteriana Independente do Moinho Velho, com pessoas de educação cristã e classe social superior, instigaram sua vontade de ser próspero na luta da existência humana, para um futuro diferente do que ele observava.

A adequação do seu comportamento com pessoas de classe social elevada trouxe a conquista de novos amigos, inimagináveis por Marcelo Barbosa. Uma história que não vai poupar lágrimas, e a defesa que a única forma de um morador de favela crescer socialmente é saindo do local. Sua feia estrutura e ambiente, conhecendo e investindo em melhores culturas, faz parte do “Diário de um ex-favelado”. A expectativa é que o livro consiga ser lançado antes do meio do ano de 2015.

Informações para a imprensa:

De Pieri Comunicação

www.depiericomunicacao.com.br

jor@depiericomunicacao.com.br

(11) 3714-3464