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Autor apresenta que sua saída da favela aumentou suas dificuldades fora do ambiente, mas, com melhores conquistas.

Autor procura patrocinadores para imprimir o livro.

O ex-morador da favela de Heliópolis, zona sul de São Paulo, Marcelo Barbosa, de 30 anos, produziu o livro, “Diário de um ex-favelado” com críticas, reflexão e histórias de vida que apresentam como conseguiu sair do local e conquistar novas e melhores oportunidades. O livro já está corrigido e diagramado e será impresso por uma editora de pequeno porte que cobra cinco reais o exemplar. O autor procura patrocinadores para impulsionar as impressões e a distribuição para o público alvo de crianças e adolescente de abrigos, internos da Fundação Casa e detenções.

O autor iria inscrever a obra na Lei de Incentivo à Cultura, mas, foi informado por um avaliador, que o projeto não passaria pelo conteúdo crítico, por isso, a produção foi feita de forma independente. Segundo o autor Marcelo Barbosa, a falta de evolução em assuntos críticos, dificulta a disseminação da reflexão e do questionamento. “O mundo atual se evoluiu rapidamente na tecnologia e diminuiu na arte de pensar. Falar a verdade hoje em dia é racismo, preconceito e fobia. Quer dizer, não podemos ter opinião embasada, as pessoas não sabem ouvir críticas, conversar diferenças, etc. Dizer que a estrutura urbana das favelas é feia e o que o ambiente não faz parte da sociedade organizada, me traz dificuldades de conquistar patrocínio público”, lamentou o escritor.

O livro nasceu de rascunhos de 28 anos de experiências como morador da favela de Heliópolis, zona sul de São Paulo, e também de contatos com diversas favelas em São Paulo. Marcelo Barbosa relata como superou a cultura da favela, com pessoas que investiram em sua educação cristã e acadêmica. O autor conquistou a formação de técnico em radialismo no setor de locução e sonoplasta, pela Radioficina, graduação em jornalismo na Faculdade de Comunicação, a Fap-SP, e, atualmente faz MBA em Comunicação Empresarial, na mesma instituição. O livro tem comentários dos amigos de Marcelo, o psicólogo, Alexandre Rivero, e, prefácio do professor de história e pastor, Eber Cocareli.

O leitor vai ter a oportunidade de ver uma autobiografia “de um desconhecido”, que é inovadora por falar de derrotas e superação de um morador de favela, com os desafios de conquistar uma vida profissional e um novo ambiente de moradia. A obra dá uma nova visão sobre o que é morar em favela no Brasil, com uma apresentação que desde a história das favelas brasileiras revela um ambiente irregular, sombrio e corrupto. O livro mostra como a vida em comunidade de Marcelo Barbosa, na Igreja Presbiteriana Independente do Moinho Velho, com pessoas de educação cristã e classe social superior, instigaram sua vontade de ser próspero na luta da existência humana, para um futuro diferente do que ele observava.

A adequação do seu comportamento com pessoas de classe social elevada trouxe a conquista de novos amigos, inimagináveis por Marcelo Barbosa. Uma história que não vai poupar lágrimas, e a defesa que a única forma de um morador de favela crescer socialmente é saindo do local. Sua feia estrutura e ambiente, conhecendo e investindo em melhores culturas, faz parte do “Diário de um ex-favelado”. A expectativa é que o livro consiga ser lançado antes do meio do ano de 2015.

Informações para a imprensa:

De Pieri Comunicação

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jor@depiericomunicacao.com.br

(11) 3714-3464

3 comentários para “Ex-morador de favela critica forma de vida nas comunidades em livro”

  1. Zayn

    In the case of Hispanics, there is nothing teilbrre at work. They are simply poor immigrants disliked by much of the established middle-class population, similar to the situation faced by Irish immigrants in the mid-19th-century and Italian and Eastern European immigrants in the early 20th century. In two generations’ time, they should be basically assimilated into the mainstream society. Blacks, however, are a different issue.

    Responder

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